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Retorno sobre Ativos Líquidos (RONA): Como Saber se Seus Equipamentos e Estoque Estão Valendo o Investimento

O Retorno sobre Ativos Líquidos (RONA = Lucro Líquido ÷ Ativos Fixos + Capital de Giro Líquido) mede se os equipamentos, veículos e estoques que uma empresa possui estão realmente gerando lucro. Inclui um exemplo prático, benchmarks aproximados (acima de 5% é aceitável, acima de 20% é excelente) e como o RONA difere do ROA e ROE para pequenas empresas intensivas em capital.

Contabilidade para Painéis Publicitários e Publicidade Externa: Rendimento, Volume e Por que Seu Ground Lease é CPV

Um guia de contabilidade para pequenos operadores de painéis publicitários e publicidade out-of-home (OOH) — por que rendimento e volume devem ser rastreados separadamente, por que os ground leases pertencem ao CPV por painel, como faces estáticas e digitais diferem em depreciação e reconhecimento de receita, e os cinco KPIs que vale a pena revisar, incluindo metas de utilização acima de 85% e um benchmark de retorno de aproximadamente 2,5 anos para novas construções digitais.

Contabilidade para Pensões de Cavalos: Custos por Animal, Repasses e a Regra de Prejuízo por Hobby

Uma pensão de cavalos com serviço completo custa entre R$ 650 e R$ 1.600 por mês nacionalmente, mas os custos reais de um estábulo com 30 cavalos podem chegar a R$ 60.000 mensais — veja como construir um plano de contas por animal, lidar com repasses de veterinário e ferrador, reconhecer a receita de pensão corretamente e evitar a regra de prejuízo por hobby da Receita Federal.

Contabilidade para Entregadores Autônomos: Impostos 1099, Quilometragem Morta e a Matemática de Custo por Quilômetro que Decide uma Rota

Como entregadores autônomos e motoristas de entrega de última milha mantêm livros reais sobre a renda 1099 — os limites de relatório 1099-NEC e 1099-K, o hábito de reservar 25–30% para impostos, quilometragem padrão vs. despesas reais, e uma fórmula de custo por quilômetro que contabiliza os 20–25% de quilômetros rodados mortos para distinguir rotas lucrativas das que dão prejuízo.

Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) Explicado: O Que Mede, O Que é Considerado Bom e Como Decompor

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) divide o lucro líquido pelo patrimônio líquido do proprietário — um ROE de 15% significa que o negócio ganhou 15 centavos para cada dólar do capital do proprietário. Este guia aborda benchmarks saudáveis (12–15% como base, 15–20%+ como forte), a decomposição DuPont em três partes de margem, giro do ativo e alavancagem, e as armadilhas — retornos inflados por dívida, patrimônio líquido negativo, itens não recorrentes — que distorcem o índice.

Margem Operacional Explicada: Fórmula, Benchmarks do Setor e Como Melhorá-la

A margem operacional — lucro operacional dividido pela receita — mostra se a operação principal de uma empresa gera lucro antes de juros e impostos. Aqui está a fórmula com um exemplo prático, benchmarks de 2026 por setor (SaaS 15–35%, serviços 15–25%, manufatura 8–15%, varejo abaixo de 5%), como ela difere da margem bruta e líquida, e os erros contábeis que a distorcem.

Contabilidade para Remoção de Entulho: Por que o Custeio por Serviço Supera os Palpites de Margem Bruta

Um serviço de remoção de entulho de R$350 com margem bruta de 60% geralmente rende apenas R$50–R$100 após custo de aquisição, parcelas do caminhão e despesas gerais. Veja como o custeio por serviço — rastreando mão de obra, combustível e taxas de descarte para cada serviço individual — reduz a lacuna entre a margem bruta e líquida para empresas de transporte.

Margem de Contribuição Explicada: O Número Que Diz Se Uma Venda Vale a Pena

A margem de contribuição é a receita de vendas menos os custos variáveis — o número por unidade que orienta o preço, a análise do ponto de equilíbrio e as decisões de mix de produtos. Aprenda a fórmula, como ela difere da margem bruta, os erros de cálculo mais comuns e os índices típicos por setor (70–90% para software, 25–50% para manufatura).