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Methods and strategies for depreciating fixed assets including straight-line, MACRS, and accelerated depreciation
Form 6252 Vendas Parceladas sob a Seção 453: Distribuindo Ganhos de Capital e Evitando a Cobrança de Juros 453A
Um passo a passo prático sobre como declarar vendas parceladas no Formulário 6252 sob a Seção 453 do IRC — calculando a porcentagem de lucro bruto, por que a recuperação de depreciação é tributada no primeiro ano, a cobrança de juros 453A sobre notas acima do limite agregado de US$ 5 milhões, a regra de revenda de dois anos para partes relacionadas e quando optar por não parcelar supera o diferimento do ganho.
Formulário 8308 e Ativos Quentes da Seção 751: Como uma Venda de Parceria Transforma Ganho de Capital em Renda Ordinária
Quando um sócio vende uma participação em uma LLC ou parceria, a Seção 751 pode reclassificar uma grande parte do ganho como renda ordinária tributada em até 37%. O Formulário 8308 é a divulgação obrigatória da parceria sobre esse ganho de ativos quentes no Formulário 1065, com um prazo de entrega em 31 de janeiro e um prazo de arquivamento na data de vencimento da declaração em 2026.
Formulário 8308 e Ativos Hot da Seção 751: Por que Vender sua Participação em Sociedade Geralmente Custa Mais do que Você Pensa
A venda de uma participação em sociedade pode converter o ganho de capital esperado em rendimento ordinário sob a Seção 751, aumentando a fatura fiscal federal sobre a parcela recharacterizada de 23,8% para 37%. Este guia explica o Formulário 8308, as categorias de ativos hot, o prazo de 31 de janeiro para a declaração do sócio e o que vendedores, compradores e administradores de sociedades precisam fazer para transferências em 2025 e 2026.
Desmistificando o Formulário 8825: Como Parcerias e S-Corps Relatam Imóveis de Aluguel Sem Atrair Atenção do IRS
O Formulário 8825 consolida a atividade imobiliária de aluguel de parcerias e S-corps, com a linha 21 fluindo para a caixa 2 do Anexo K-1, onde cada proprietário aplica as regras de perda de atividade passiva sob a Seção 469. A revisão de dezembro de 2025 separa o aluguel bruto de outras rendas de aluguel e adiciona as vinte categorias de despesas nomeadas do Anexo A para declarantes do Anexo M-3. Os proprietários enfrentam limites de base, de risco e passivos nessa ordem antes que uma perda chegue ao Formulário 1040.
Anexo F: Declaração de Impostos Agrícolas, Diferimentos por Desastres e Média de Renda Explicados
Um guia prático do Anexo F para agricultores e pecuaristas, abrangendo o diferimento de seguro de safra sob a Seção 451, o alívio para gado relacionado ao clima (Seções 451(g) e 1033(e)), deduções de conservação de solo e água da Seção 175 limitadas a 25% da receita bruta agrícola, Seção 179 e depreciação de bônus, e a média de renda do Anexo J usando a renda agrícola eleita ao longo de três anos-base.
Imposto Mínimo Alternativo Corporativo (CAMT): Como Funciona a Taxa de 15% sobre o Lucro Contábil para Empresas de mais de US$ 1 Bilhão
O Imposto Mínimo Alternativo Corporativo impõe uma taxa de 15% sobre o Lucro Líquido Ajustado das Demonstrações Financeiras (AFSI) para corporações com média superior a US$ 1 bilhão em AFSI. Um guia prático sobre quem se qualifica, como o AFSI é calculado sob a seção 56A, o teste de US$ 100 milhões dos EUA do FPMG, a mecânica do Formulário 4626 e o porto seguro simplificado interino.
Seção 1245 vs. Seção 1250: Como a Recuperação de Depreciação Corrói seus Benefícios de Depreciação de Bônus
Ao vender propriedade comercial depreciada, a Seção 1245 recupera a depreciação anterior como renda ordinária (até 37%), enquanto a Seção 1250 limita a recuperação sobre imóveis em 25% — transformando uma dedução de 100% de depreciação de bônus em uma grande fatura de impostos na saída, a menos que você planeje com segregação de custos, trocas 1031 e um registro de ativos fixos limpo.
Seção 179 vs. Depreciação de Bônus de 100% sob a OBBBA: Como Pequenas Empresas Devem Escolher as Deduções de Equipamentos em 2026
A OBBBA restaurou permanentemente a depreciação de bônus de 100% e aumentou o limite da Seção 179 para US$ 2,56 milhões para 2026. Uma estrutura prática para pequenas empresas escolherem entre eles — cobrindo limites de renda tributável, desvinculação estadual, limites de SUV e a nova dedução para propriedade de produção qualificada da Seção 168(n).
Ativos Intangíveis da Seção 197: Amortização de 15 Anos para Goodwill, Listas de Clientes e Acordos de Não Concorrência
A Seção 197 exige que os compradores em uma aquisição de ativos tributável amortizem os intangíveis adquiridos — goodwill, listas de clientes, força de trabalho instalada, acordos de não concorrência — pelo método linear ao longo de 180 meses. Este guia detalha a alocação do preço de compra do Formulário 8594, as regras anti-churning para transações com partes relacionadas, a regra de não reconhecimento de perda em alienações e o relatório do Formulário 4562 ao longo de todo o ciclo de 15 anos.
Eleição da Seção 754 e Ajustes de Base 743(b): Como as Sociedades Elevam a Base Interna Quando um Sócio Entra ou Falece
Uma eleição da Seção 754 aciona um step-up da base interna 743(b) quando um sócio falece, vende sua participação ou é admitido — evitando que herdeiros e novos sócios paguem imposto duas vezes sobre a mesma valorização. Este guia aborda a mecânica de 743(b) e 734(b), a alocação da Seção 755 entre classes de ativos, a regra de perda incorporada substancial, a revogação do Formulário 15254 e quando o custo administrativo supera o benefício.
Crédito Fiscal para Habitação de Baixa Renda (LIHTC) Seção 42: Como Desenvolvedores usam Créditos de 9% e 4% para Financiar Projetos de Habitação Acessível
Um guia de campo LIHTC de 2026 para desenvolvedores — como os créditos de 9% e 4% diferem, como a base qualificada e os subsídios de valor presente de 70%/30% são calculados, os três ciclos de conformidade sobrepostos, os formulários do IRS (8609, 8609-A, 8586, 8611), a mecânica de sindicação e as mudanças da Lei One Big Beautiful Bill que reduziram o teste de financiamento de títulos de 50% para 25%.
Conciliação Fiscal-Contábil Anexos M-1 e M-3: Do Lucro Líquido GAAP ao Lucro Tributável do Formulário 1120
O Anexo M-3 entra em vigor ao atingir US$ 10 milhões em ativos totais de final de ano e exige detalhes em quatro colunas sobre cada diferença fiscal-contábil; o M-1 permanece em uma única página abaixo desse limite. Um passo a passo para CFOs sobre como a conciliação funciona, as diferenças permanentes e temporárias recorrentes e os hábitos que mantêm o anexo organizado.